CREATIVES IN PROGRAMMATIC BUYING

One question has been clouding the thoughts of Marketers in the past years, is it possible to show the right ad to the right person, at right time paying the right price?

Does it make any sense to utilize all the tools that programmatic automation has to offer to find an individual, only to have a poorly tailored conversation with him/her? This is where creatives and their messaging earn their importance. Learn about MediaDesk’s empirical demonstration on how strategic decision making in creative development increases exponentially the efficiency and performance of programmatic marketing campaigns.

Read full case study here

CaseStudy5ENportada

Which Ad size works best for what

he technology involved in programmatic buying is particularly useful in generating a large volume of ads. This way, programmatic creative can be used to both inspire and test creative variations. Here, the creative process meets technology by suggesting and validating decisions with big data. Meaning, there is no one better than the other, is more of a question about which one will work best for this particular campaign.

With that in mind, we studied the performance of all types and sizes to see if we could spot a pattern or tendencies to help marketers and advertisers when it comes to programmatic advertising.

We divided the study in 3 variables:

  • Number of Impressions
  • CTRs performance
  • Device ( Desktop & Mobile)

This is an overall and general segmentation that will hopefully help you decide strategic and tactical questions. The study was made with the following criteria: all sizes that run in the DSP within the same time frame  of 1 month were evaluated. This means, that each chart supplements the other. For example,  desktop and mobile is a contained within the charts of Impressions and CTR% performance.

Slide2

Slide1

Slide3

 

 

Slide4

 

00 millennials

Como usar as mídias para alcançar os millennials no Brasil

Assim como a big data, o marketing de conteúdo e a compra programática, o marketing voltado para os millennials se tornou um tema popular. Essa popularidade faz sentido, já que, segundo um novo relatório da Tendencias Digitales intitulado Conecta tu marca con los millennials, os millennials (pessoas entre 13 e 28 anos) são o maior grupo etário da América Latina. O relatório indica que os millennials respondem por 30% da população latino-americana, enquanto 27% são da geração X (pessoas entre 29 e 48 anos de idade), 26% pertencem à geração Z (menores de 12 anos), 13% são baby boomers (faixa etária de 49-68 anos) e 4% são veteranos (acima de 69 anos).

A América Latina tem uma população de cerca de 588 milhões de pessoas, o que significa que existem 176 milhões de millennials na região – um mercado bastante significativo.

Com base em estudos recentes que analisamos, veja abaixo algumas sugestões para adaptar precisamente a sua estratégia de mídia aos millennials brasileiros.

N°1: A internet supera a TV
Ao se analisar os investimentos publicitários na América Latina, observa-se nitidamente que a televisão aberta absorve a maior parte desses investimentos nos países da região. Por exemplo, a TV aberta responde por 66% dos investimentos em publicidade no Brasil, 53% dos investimentos publicitários no México e 49% dos gastos com publicidade no Peru, como mostra o nosso recente relatório sobre o mercado de mídia na América Latina.

No entanto, apenas 68% dos millennials latino-americanos afirmam assistir à televisão, contra 75% da geração X e 72% dos baby boomers. Por outro lado, um percentual maior de millennials na América Latina (74%) acessa a internet. Não é nenhuma surpresa que o percentual de millennials que navegam na internet seja superior ao dos outros grupos etários na Latam – como comparação, 69% das pessoas da geração X e 72% dos baby boomers se conectam à internet. *

Além da sua clara preferência pela internet, os millennials passam uma média de 7 horas por dia on-line, a mesma quantidade de tempo que os millennials na América do Norte. *

Quando perguntados sobre qual tipo de mídia oferece a cobertura de notícias mais confiável, 45% dos millennials latino-americanos escolheram a internet, enquanto 33% preferem a televisão e 18% recorrem a mídias impressas. Além disso, quando perguntados sobre o seu meio favorito de entretenimento, 69% dos millennials latino-americanos escolheram a internet e apenas 28% preferem a TV. **
Fontes: Tendencias Digitales, Telefónica

N°2: Invista em vídeos on-line
Pesquisas realizadas continuam a mostrar um forte consumo de vídeos on-line na América Latina – e o mais provável é que os millennials estejam impulsionando essa tendência. Isso porque 59% dos millennials na América Latina assistem a filmes na internet e 46% assistem à televisão on-line. Esses percentuais são significativamente superiores aos de outros grupos etários: por exemplo, 47% das pessoas da geração X assistem a filmes na internet e 33% assistem à TV on-line. Os percentuais são ainda mais baixos no caso dos baby boomers: 36% assistem a filmes na internet e 21% assistem à televisão on-line.
Fonte: Tendencias Digitales

N°3: Socialize
Não é de se surpreender que 88% dos millennials latino-americanos tenham perfis em redes sociais. Na verdade, a única surpresa é esse percentual não ser maior. De qualquer forma, na hora de avaliar seus investimentos em mídias sociais, é importante observar que, dos 88% dos millennials latino-americanos com perfis nessas redes, quase todos (93%) têm conta no Facebook, enquanto percentuais menores de usuários afirmaram usar o Instagram (29%) e o Foursquare (10%) *.

Além do uso, as redes sociais exercem mais influência nas decisões de compra dos millennials do que nas de outros grupos etários. Ao elaborar o plano de marketing nas redes sociais, as agências e anunciantes devem levar em conta que os millennials tendem a esperar alguns benefícios específicos das marcas: 69% querem promoções e 45% querem atividades. **
Fontes: Tendencias Digitales*, Telefónica**

N°4: “Mobilize-se
A publicidade móvel deve, obviamente, desempenhar um papel de destaque na estratégia de qualquer marca que deseja alcançar os millennials na América Latina, já que o uso de dispositivos móveis é um elemento extremamente importante do comportamento on-line e do dia a dia desse público. Veja alguns dados:

  • 80% dos millennials latino-americanos afirmam acessar as redes sociais pelo celular *
  • Em geral, eles preferem usar dispositivos móveis para pesquisar informações sobre produtos e preços*
  • 68% dos millennials latino-americanos entrevistados pela Telefónica em 2013 disseram ter um smartphone**
  • 78% dos jovens brasileiros usam smartphones**
  • O uso dos tablets quase dobrou entre os jovens brasileiros no último ano – 42% afirmaram possuir o aparelho, enquanto em 2013 o porcentual era de 24%**
  • Em uma pesquisa realizada pela Cisco, 60% dos millennials na América Latina disseram conferir seus smartphones de forma compulsiva para ver e-mails, mensagens de texto ou atualizações de redes sociais ***
  • Na análise segmentada por gênero, 85% das mulheres millennials que possuem um smartphone checam seus aparelhos compulsivamente, enquanto 63% dos homens apresentam esse comportamento***
  • Entre os millennials da Latam, os smartphones têm o dobro da popularidade dos PC e são três vezes mais populares que os tablets***
  • 90% dos millennials na América Latina afirmam que conferir o smartphone é uma parte importante de suas rotinas matinais ***
  • 60% dos millennials latino-americanos usam de um a nove aplicativos regularmente e 20% usam entre 20 e 25 regularmente ***
  • Cerca de 70% dizem que os aplicativos de smartphones são importantes no seu cotidiano ***

Fontes: *Tendencias Digitales, **Telefónica, ***Cisco

Fale conosco para saber como podemos ajudar a aumentar a eficiência da sua agência por meio de serviços de mídia e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado latino-americano.

olx

Os cinco comerciais de TV mais populares no Brasil

Um comercial do Kit Kat intitulado #meubreak é o mais popular entre os internautas brasileiros. Esse ranking foi divulgado pelo IBOPE, que, em parceria com a empresa Conplay, desenvolveu uma nova ferramenta chamada AdScore. Essa ferramenta ajuda agências e anunciantes a saber como seus comerciais – e os de seus concorrentes – são recebidos pelo público.

Considerando que os brasileiros já usam diversas telas para consumir conteúdo e assistir a grandes quantidades de vídeos on-line, uma ferramenta como a AdScore pode ajudar a avaliar o impacto dos anúncios televisivos em mais que apenas um tela.

Mais de 25.000 internautas brasileiros participaram do ranking, que incluiu comerciais televisivos veiculados em canais de TV aberta, por assinatura e na internet, todos entre maio e junho de 2014. Veja, abaixo, os 5 comerciais mais populares de acordo com os internautas do Brasil:

Nº1 Kit-Kat, #meubreak

Nº2 Burger King, Whopper Bacon Jr.

Nº3 OLX, Viking e Zumbi

Nº4 Coca-Cola, Maniesto

Nº5 Gol Linhas Aéreas, # Sófaltouvoar

Para saber como podemos ajudá-lo a alcançar o público brasileiro por meio de soluções de TV social como o Shazam, da compra programática ou de outros meios, entre em contato conosco.

Hand pushing blue pay button

4 correções para impulsionar as vendas nas redes sociais

O maior problema com o marketing em redes sociais é o retorno sobre investimento (ROI). Mesmo se mostrarmos aos nossos chefes que muitas pessoas compartilham e curtem nossas publicações, isso não tem a menor importância. Não usamos as redes sociais para que outras pessoas curtam nossas publicações. Usamos as mídias sociais pela mesma razão que usamos anúncios televisivos, anúncios impressos e anúncios em outdoors: para vender.

Até o momento, existem poucas pesquisas sobre como as redes sociais geram conversão – ou seja, levam o consumidor a efetivamente realizar uma compra. Um novo estudo da AOL Platforms pode ajudar a esclarecer essa questão. A empresa realizou uma análise no primeiro trimestre de 2014 que abrangeu 500 milhões de cliques, US$ 15 milhões em conversões, 3 bilhões de impressões e 13 milhões de caminhos de compra únicos: tudo para ver onde os conteúdos – orgânicos e pagos – veiculados nas redes sociais se situam no trajeto do consumidor até a compra.

Veja, abaixo, alguns resultados básicos do estudo que podem ajudar a orientar seus investimentos futuros em redes sociais.

nº1: Mídias sociais são o ponto intermediário
Para entender os resultados, também é importante entender o processo básico. O estudo identificou quatro pontos no caminho de compra que convertem um provável comprador em um consumidor.

  • Inicial: o início, quando um produto é introduzido
  • Intermediário: o ponto em que a publicidade impacta a percepção de consumidores que pesquisam produtos
  • Final: o último ponto de contato com a publicidade antes de o consumidor realizar a compra
  • Único: quando o consumidor efetua a compra após ter contato com apenas um canal de marketing

As redes sociais raramente são o único canal que os consumidores acessam ao realizar uma compra. Ao contrário, o conteúdo em redes sociais se situa na etapa intermediária da trajetória de compra em 87% dos casos.

Essa tendência não é exatamente incomum: outros canais também situam-se na etapa intermediária. Veja abaixo os percentuais referentes a outros canais de marketing on-line posicionados na fase intermediária do caminho de compra:

  • Anúncios tipo display: 89%
  • E-mail: 78%
  • Pesquisas não relacionadas a marcas: 71%
  • Programa de afiliados: 69%
  • Pesquisas de marcas: 52%

Essencialmente, isso significa que as redes sociais ajudam a moldar as considerações do consumidor acerca de um produto e permitem consolidar sua percepção e influenciar a escolha para chegar ao último estágio.

nº2: Anúncios pagos em redes sociais geram mais vendas
Ao comparar o marketing orgânico em redes sociais com anúncios pagos veiculados nesses canais, a AOL constatou que a publicidade paga tinha maior propensão de gerar vendas. De um modo geral, por exemplo, a taxa de conversão de conteúdos orgânicos veiculados em mídias sociais foi de 2,26%, frente a 2,82% para os anúncios pagos publicados nesses redes, um aumento de 25%.

A diferença entre conteúdos pagos e orgânicos é ainda mais expressiva ao se analisar as redes sociais individualmente. No Facebook, os conteúdos orgânicos se situaram na seguinte etapa do caminho de compra:

00 Organic Portuguese

(Clique no gráfico para ampliá-la)

Na maioria dos casos (84%), esses conteúdos situaram-se no estágio intermediário. Foram raros os casos em que os conteúdos orgânicos divulgados em redes sociais se situaram no último ponto antes da compra (9% das vezes) ou constituíram o único canal de marketing que os consumidores acessaram antes de realizar uma compra (4%).

Já com os conteúdos pagos veiculados em redes sociais, a situação é bem diferente:

00 Paid Portuguese
(Clique no gráfico para ampliá-la)

Os conteúdos pagos divulgados em mídias sociais situaram-se no último ponto da trajetória de compra em 13% das vezes. E o que é mais importante: em 24% dos casos, foi o único canal de marketing que os consumidores viram antes de efetuar uma compra. Esse percentual é 6 vezes superior ao de conteúdos orgânicos, um sinal claro de que os conteúdos pagos veiculados nas redes sociais resultam diretamente em vendas com mais frequência que os conteúdos orgânicos.

Resultados semelhantes foram observados para outras grandes redes sociais.

nº3: YouTube e Facebook geram o maior volume de vendas entre as redes sociais
Os resultados gerais da análise da AOL Network mostraram que o YouTube foi o que mais gerou conversões de vendas, seguido pelo Facebook:

Convertro-Social-Media-Funnel

(Clique no gráfico para ampliá-la)

Como mostra o gráfico acima, o YouTube foi o único canal de marketing on-line visto pelos consumidores antes da compra em 14% dos casos, enquanto o Facebook foi o único canal de marketing visto antes da compra em 10% das vezes. Além disso, essas duas redes foram, em grande parte, o último canal on-line visto antes da compra, com percentuais mais elevados que os da maioria das outras redes. Em comparação, o Twitter e o Tumblr foram os canais menos eficazes em termos de conversão ou de ser o último canal visto pelos consumidores antes da compra.

Esses resultados sugerem que, apesar do interesse que novas redes sociais despertam ao atrair usuários, as redes mais populares e estabelecidas tendem a gerar um volume maior de compras.

nº4: Redes sociais impulsionam vendas de assinaturas, produtos de beleza e serviços
O estudo da AOL Platforms também analisou como as mídias sociais impulsionam as vendas de diferentes tipos de produtos.

Para a maioria dos tipos de produtos, as redes sociais se situaram nitidamente na etapa intermediária da trajetória de compra:

  • 95% das vezes no caso de alimentos e bebidas vendidos no comércio eletrônico
  • 87% das vezes no caso de peças de vestuário e acessórios vendidos no comércio eletrônico
  • 85% das vezes no caso de artigos de decoração para o lar vendidos no comércio eletrônico
  • 82% das vezes no caso de produtos tecnológicos

Quando se trata de assinaturas, produtos de saúde/beleza e serviços, no entanto, as redes sociais foram o único canal visto antes da compra em 48%, 29% e 21% dos casos, respectivamente.

Além de levar ao que a AOL Platforms chama de “compras por impulso” nessas categorias de produtos, as redes sociais também foram, em um percentual significativo dos casos, o último canal no caminho de compra (visto logo antes de o consumidor comprar um produto) de alguns produtos específicos:

  • 21% das vezes no caso de produtos de saúde/beleza vendidos no comércio eletrônico
  • 18% das vezes no caso de serviços
  • 15% das vezes no caso de assinaturas
  • 13% das vezes no caso de eventos de entretenimento e lazer vendidos no comércio eletrônico

Para saber mais sobre como podemos ajudar a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia, como redirecionamento no Facebook, e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado latino-americano, entre em contato conosco.

Business Graph with arrow and coins showing profits and gains

3 mudanças que aumentarão a resposta aos seus anúncios

Mais consumidores ignoram anúncios on-line do que anúncios televisivos.

Anúncios veiculados em mídias tradicionais são mais confiáveis ​​que anúncios publicados em redes sociais.

Os consumidores acreditam que anúncios personalizados são mais atrativos, relevantes e marcantes.

Consumidores mais jovens são mais propensos a aceitar anúncios on-line vinculados a conteúdos específicos.

Esses são alguns dos resultados recentes de pesquisas que procuraram entender o que os consumidores pensam sobre publicidade. Apesar de avaliarmos individualmente as melhores estratégias de publicidade para nossas marcas, podemos otimizar nossas abordagens se obtivermos uma rápida compreensão das atitudes dos consumidores. Por essa razão, apresentamos abaixo algumas breves constatações sobre o que os consumidores gostam (e não gostam) nos anúncios.

Três formas de melhorar seus anúncios on-line
Uma pesquisa publicada pela empresa Goo Technologies em fevereiro de 2014 constatou que 42% dos entrevistados afirmaram que os anúncios interativos são os mais atraentes. Além disso, percentuais elevados de entrevistados ofereceram três outras sugestões que os ajudariam a prestar mais atenção a anúncios on-line:

  • Tornar o anúncio engraçado (40%)
  • Tornar o anúncio divertido (32%)
  • Acrescentar poderosos recursos gráficos (19%)

Regras de personalização: dados que podem ser solicitados
Uma pesquisa do Yahoo com seis mil consumidores com idade entre 13 e 64 anos verificou que muitos deles acham os anúncios personalizados mais atrativos (54%), marcantes (45%) e educativos (52%) que os anúncios gerais. É claro que a obtenção de mais dados é fundamental para tornar os anúncios mais personalizados, mas a privacidade pode ser um problema para os consumidores. Dito isso, cerca de dois terços dos entrevistados na pesquisa do Yahoo aceitam ou não se importam que as editoras obtenham os seguintes tipos de informações para ajudar a personalizar os anúncios:

  • Conteúdos específicos visualizados
  • Tempo gasto
  • Palavras usadas em pesquisas
  • Anúncios em que clicaram
  • Produtos que pesquisaram

Os millennials preferem uma combinação de publicidade tradicional e digital
Segundo uma pesquisa publicada em janeiro 2014 pela empresa Androit Digital, 36% dos millennials acreditam que a publicidade digital é mais eficaz que a forma tradicional – o que é de se esperar, já que as mídias digitais estão profundamente arraigadas na vida de consumidores mais jovens. O mesmo estudo, no entanto, também constatou que 45% dos millennials afirmam que a combinação da publicidade tradicional e digital é uma forma tão ou mais eficaz de influenciar suas decisões de escolha de marcas do que o uso de qualquer um dos tipos individualmente. Além disso, 70% dos millennials disseram que a televisão é o meio que exerce a maior influência sobre a forma como percebem o valor das marcas.

Para saber mais sobre como podemos ajudar a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia, como redirecionamento no Facebook, e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado latino-americano, entre em contato conosco.

 

 

50041-Vector-Brazil-Flag-paint-on-Girls-face

O que os brasileiros estão comprando em 2014

Além de entender o comportamento e as tendências nas atitudes dos consumidores brasileiros, esses dados também ajudam as agências a saber quais produtos esse público mais está comprando. Com isso em mente, analisamos números de vendas recentes e destacamos aumentos importantes em alguns produtos específicos.

7 brinquedo

Brinquedos
As vendas de brinquedos no Brasil cresceram 6% no primeiro semestre de 2014. O volume total de vendas de brinquedos deve registrar alta de 12% em 2014.
Fonte: Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos

Calçados-Femininos
Calçados

Os brasileiros devem gastar mais de R$ 43 bilhões com calçados em 2014, uma alta de 7,6% frente ao ano anterior. A classe C possui o maior potencial de consumo entre todas as classes socioeconômicas do Brasil, respondendo por 43% do total, enquanto a classe B responde por 40%, a classe A por 9% e as classes DE por 8%.
Fonte: Pyxis Consumo 2014-IBOPE Inteligência

10 car
Carros usados

Apesar da queda nas vendas de carros e motos novos no Brasil na comparação com 2013, as vendas de veículos usados cresceram 4,6% no primeiro semestre de 2014, com mais de seis milhões de unidades vendidas. No total, as vendas de carros usados ​​no Brasil devem registrar crescimento de 6 a 7% em 2014.
Fonte: Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores

2 beer
Cerveja

No primeiro trimestre do ano, as vendas de cerveja no Brasil cresceram quase 11%. A Copa do Mundo também ajudou a impulsionar as vendas de cerveja: segundo a Nielsen, o volume de vendas aumentou 11% em junho de 2014.
Fontes: AB InBev, Nielsen

1 books
Livros
Embora os números para 2014 ainda não estejam disponíveis, as vendas de livros em 2013 registraram aumento de mais de 4% no Brasil. Esse crescimento está alinhado com a tendência de alta observada em anos anteriores: em 2011 e 2012, as vendas subiram, respectivamente, 7% e 3%.
Fonte: Fundação de Pesquisas Econômicas

3 meds
Medicamentos genéricos
As vendas de medicamentos genéricos no Brasil registraram alta de mais de 11% no primeiro semestre de 2014 em relação ao mesmo período do ano passado, com mais de 416 milhões de unidades vendidas. As receitas com vendas de medicamentos genéricos no Brasil alcançou R$ 7,5 milhões no primeiro semestre de 2014, valor 18% superior ao observado em igual período de 2013.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos

 

4 printer
Impressoras
As vendas de impressoras aumentaram mais de 8% no Brasil durante o primeiro trimestre, totalizando mais de um milhão de unidades vendidas.
Fonte: IDC

6 scooter
Scooters
No primeiro semestre de 2014, mais de 20 mil scooters foram vendidos no Brasil. Esse volume de vendas representa um aumento de quase 32% na comparação com o primeiro semestre de 2013. O Honda PCX 150 foi o campeão de vendas entre os modelos de scooter, com mais de 9,6 mil unidades vendidas até junho de 2014. Essa alta parece ser parte de uma tendência maior, já que as vendas de scooters cresceram mais de 800% no Brasil entre 2008 e 2013.
Fonte: Associação Brasileira dos Fabricantes de Motos

brazil mobile shot 2
Smartphones

A febre do smartphones parece ter esfriado um pouco no Brasil, mas não há dúvidas de que esses aparelhos ainda são bastante populares. No primeiro semestre de 2014, as vendas de smartphones no Brasil registraram aumento de 71% frente ao mesmo período do ano anterior. No total, mais de 28 milhões de celulares foram vendidos no Brasil de janeiro a maio de 2014 – e 19,5 milhões eram smartphones. Cerca de 65 milhões de celulares devem ser vendidos no Brasil em 2014 e as vendas de smartphones devem chegar a quase 47 milhões de unidades. Para efeito de comparação, mais de 35 milhões de smartphones foram vendidos no Brasil em 2013.
Fontes: IDC e Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica

9 tv
Televisão

A animação com a realização da Copa do Mundo ajudou a impulsionar um aumento de 60% nas vendas de televisões entre a segunda quinzena de maio e junho de 2014. Em janeiro de 2014, as vendas de TV já haviam registrado alta de 55%. No total, a receita das lojas brasileiras especializadas na venda de televisores deve aumentar mais de 253 milhões de euros em 2014.
Fontes: GfK, Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo

corporate-travel-rio-de-janeiro-brazil-Business

Viagens
Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 12,5 bilhões entre janeiro e junho de 2014, valor superior aos US$ 12,3 bilhões apurados no mesmo período do ano passado. Em junho de 2014, os brasileiros gastaram US$ 2 bilhões em viagens ao exterior, o maior valor já registrado para meses de junho.
Fonte: Banco Central

11 vinho
Vinhos

As vendas de vinhos subiram 2% no Brasil no primeiro semestre de 2013, com destaque para vinhos de mesa e espumantes, que registraram o aumento mais expressivo (6%).
Fonte: Instituto Brasileiro do Vinho

Para saber mais sobre como podemos ajudar a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado brasileiro, entre em contato conosco.

brazil map

As 5 principais tendências das mídias brasileiras

A empresa de consultoria PriceWaterhouseCoopers (PwC) recentemente compartilhou os resultados de seu mais novo relatório, intitulado Global Entertainment and Media Outlook 2014-2018 (Perspectivas globais para o mercado de entretenimento e mídias 2014-2018). O relatório utiliza dados de mercado atuais para projetar o cenário dos mercados de mídia em todo o mundo, incluindo o Brasil, nos próximos quatro anos. Após analisar o relatório, decidimos compartilhar algumas tendências importantes no mercado de mídia brasileiro que podem ajudar agências e anunciantes.

Brasil mobile 2d
Os brasileiros estão usando seus dispositivos móveis para fazer muito mais coisas

Para alcançar os clientes em seu dia a dia com maior frequência e eficácia, agências e anunciantes devem considerar a ampliação de seus investimentos móveis. Por quê? Porque quando a PwC perguntou aos consumidores do Brasil, China, Reino Unido e Estados Unidos sobre as 19 coisas que eles mais fazem com seus celulares, os brasileiros apresentaram níveis significativamente maiores de envolvimento em 15 das 19 atividades.
Por exemplo, 95% dos brasileiros usam o celular para acessar redes sociais, em comparação a 87% dos norte-americanos, 74% dos britânicos e 88% dos chineses. Na verdade, um percentual elevado de consumidores brasileiros tende a usar o celular para realizar as seguintes atividades:

  • Jogar (90%)
  • Usar o GPS (80%)
  • Acessar sites de vídeo como o Youtube (93%)
  • Fazer transferências bancárias (77%)
  • Baixar filmes (73%)
  • Comprar ingressos para eventos musicais ou filmes (51%)

Esses dados comportamentais podem oferecer novas ideias para que anunciantes segmentem suas campanhas móveis mais eficazmente. E uma outra pesquisa também pode ajudar anunciantes a compreender a melhor forma de criar publicidades móveis voltadas para o público brasileiro. Para visualizá-la, clique aqui.

pay TV brasil
O crescimento da publicidade na TV por assinatura no Brasil será duas vezes mais rápido que no resto do mundo

Em todo o mundo, a publicidade em TV paga registrará crescimento de 3,2% entre 2013 e 2018. No Brasil, por outro lado, a publicidade na TV por assinatura aumentará 7,2% de 2014 a 2018, segundo projeções da PwC.

capa_site
Mídia impressa, rádio e publicidade exterior continuarão a crescer no Brasil

Na comparação com o resto do mundo, essas formas tradicionais de mídia no Brasil também devem registrar um bom crescimento nos próximos anos. A PwC, por exemplo, estima altas de 4,8% no mercado de revistas e de 4,1% no de jornais no Brasil entre 2014 e 2018. Como comparação, as médias mundiais de crescimento para o mercado de jornais e de revistas serão, respectivamente, de 0,1% e 0,3% durante o mesmo período. Além disso, embora a projeção da PwC para o crescimento mundial da publicidade exterior (OOH) entre 2013 e 2018 seja um pouco maior (4,7%), essa forma de publicidade registrará um crescimento ainda mais robusto no Brasil durante o mesmo período: quase 9%.

Imperio-trilha-sonora
Crescimento da publicidade em TV aberta no Brasil será quase o dobro da média mundial
De acordo com a PwC, a publicidade televisiva no Brasil registrará alta de 9,1% entre 2013 e 2018, comparado a um crescimento de 5,5% para o resto do mundo. Apesar da projeção de que os investimentos em anúncios na internet aumentarão para 16% do investimento total em publicidade no Brasil em 2018, a TV aberta continuará a dominar e absorver 54% dos gastos totais em publicidade no Brasil em 2018.

pc_brasil-Tech-Metrics-Brasil-Intel
A internet seguirá em forte trajetória de crescimento no Brasil

A PwC estima que US$ 3,3 bilhões serão investidos em publicidade na internet no Brasil em 2018. Entre 2013 e 2018, a PwC prevê um crescimento de cerca de 17% nos investimentos em anúncios on-line no Brasil. Os principais fatores que explicam esses crescimento são as estimativas de uma taxa de penetração da banda larga fixa de 43% e de uma taxa de penetração de smartphones de 54% no Brasil em 2018. Segundo a PwC, as formas de publicidade na internet que mais crescerão no Brasil entre 2014 e 2018 serão a publicidade móvel (projeção de alta de 27%) e os anúncios em vídeos on-line (crescimento estimado de 48%).

Para visualizar esse relatório, clique aqui.

Para saber mais sobre como podemos ajuda-lo a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado brasileiro, entre em contato conosco.

 

brasil social

6 tendências recentes em redes sociais no Brasil

Quanto mais as agências entenderem como os brasileiros acessam e usam as redes sociais, melhor poderão otimizar suas campanhas e maximizar seus investimentos publicitários. Cientes disso, analisamos uma nova pesquisa sobre o uso de redes sociais no Brasil e identificamos várias tendências. Veja, abaixo, as principais:

Nº1: Sete sites sociais
Segundo uma pesquisa realizada pela CONECTA (comunidade on-line) com mais de 1,500 internautas brasileiros na faixa etária de 15 a 32 anos, o público internauta jovem no Brasil possui, em média, contas em setes redes sociais.
O Facebook foi o site mais popular (96% dos internautas brasileiros têm uma página nessa rede social), seguido do YouTube (70%), Skype (69%), Google+ (67%), Twitter (64%), Orkut (57%) e Instagram (52%).

Nº2: Maioria móvel
A pesquisa da CONECTA indicou que 88% dos celulares dos jovens internautas brasileiros têm o aplicativo do Facebook instalado. A maioria também tem os aplicativos do YouTube (81%) e do WhatsApp (79%) instalados em seus telefones. Entre os que possuem tablets, 61% instalaram o aplicativo do Facebook e 59% o do Youtube.
Essa tendência de acessar redes sociais pelo celular é confirmada ainda mais por uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, segundo a qual 53% dos jovens internautas brasileiros usam seus celulares para entrar em mídias sociais e 16% usam tablets.

Nº3: Sempre conectado
Outro resultado da pesquisa da CONECTA foi que a grande maioria dos internautas brasileiros afirmou estar sempre conectada às redes sociais devido à facilidade de acesso pelo celular: 89% estão continuamente conectados ao Facebook, 87% ao WhatsApp e 63% ao Instagram.

Nº4: Líderes mundiais em uso de redes sociais
Uma pesquisa conduzida pela SurveyMonkey em parceria com a Social@Ogilvy mostra que os brasileiros passam cerca de 14 horas por mês navegando em redes sociais, média superior à de grandes mercados on-line. Para a pesquisa, foram entrevistados 6,5 mil internautas de 16 países, entre os quais China, Rússia, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Argentina e México.
O segundo maior país em termos de uso de redes social foi a Rússia, com uma média de 10,8 horas por mês, seguido da Argentina.
A propósito, é bem possível que essa média de 14 horas por mês em redes sociais seja baixa: um estudo recente da comScore indicou que os brasileiros passam 56 minutos por dia navegando nas redes sociais, totalizando 1.680 minutos ou 28 horas por mês.

Nº5: Compartilhamento maciço
A pesquisa da SurveyMonkey indicou também que 71% dos internautas brasileiros compartilham conteúdos nas redes sociais, o maior percentual entre todos os países pesquisados.

Nº6: Procura por emprego em mídias sociais
Uma pesquisa divulgada pela empresa Jana indicou que, entre os brasileiros em busca de emprego, 59% preferem usar o Facebook para procurar trabalho, enquanto 30% usam o Google+ e 14% preferem o LinkedIn.

Para saber mais sobre como podemos ajudar a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado brasileiro, entre em contato conosco.